MARILYN MONROE

QUARENTA ANOS DEPOIS, O MITO SEDUTOR NÃO PÁRA DE CRESCER

A Fox Vídeo anuncia para agosto a venda direta aos consumidores de duas caixas de DVD com doze filmes estrelados por Marilyn Monroe. Este é um presente imperdível para colecionadores e as legiões de admiradores do maior mito feminino do século 20.

As duas caixas da série Diamante trazem, respectivamente os seguintes títulos: "Torrentes de paixao"(1953), de Henry Hathaway; "Quanto mais Quente Melhor" (1959), de Billy Wilder; "O Rio das Almas Perdidas" (1954), de Otto Preminger; "Almas desesperadas" (1952), de Roy Baker; "Os Homens preferem as Loiras" (1953), de Howard Hawks; "Nunca fui Santa" (1956), de Joshua Logan; "O Inventor da Mocidade" (1952), de Howard Hawks; "Como Agarrar um Milionário" (1953), de Jean Negulesco; "No Mundo da Fantasia" (1954), de Walter Lang; "Os Desajustados" (1961), de John Huston; "Adorável Sedutora" (1960), de George Cukor; e "O Pecado Mora Ao Lado" (1955), Billy Wilder. A coleção traz ainda como bônus o documentário "O Fim dos Dias".

Quarenta anos depois de sua morte prematura (queima de arquivo, suicídio?), aos 36 anos, no dia 5 de agosto de 1962, a falsa loira Norma Jean Baker continua sendo um fenômeno mercadológico com faturamento anual de milhões de dólares. Seus admiradores espalham-se por todo o mundo e colecionadores de objetos e temas ligados ao maior mito feminino criado pelo cinema espalham-se pela rede da internet. O sítio oficial de Marilyn Monroe (www.marilynmonroe.com), todo em cor-de-rosa, estimula ainda o mito Marilyn como sendo também a maior musa do universo gay. Entre os pôsters mais vendidos de Marilyn Monroe destaca-se a famosa cena de "O Pecado Mora ao Lado", onde a sua saia branca é levantada pelo vento de um duto de calçada. Neste mercado persa sobre o grande mito, a maior curiosidade é a oferta de um curta pornográfico de sete minutos (www.monroemovie.com), rodado em 1948 por uma então rechonchuda Marilyn de 22 anos, anos antes de conseguir suas primeiras pontas no cinema oficial. A sedução não tem fim.

(25/7/2002) Jornal da Mostra nº 119

Leon Cakoff, para o Jornal da Mostra

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"MARILYN MONROE"

FORTY YEARS LATER, THE SEDUCTION MYTH WON'T STOP GROWING

Fox Video announces for August the sell-thru of two DVD boxes with twelve films starred by Marilyn Monroe. It is a fantastic gift to collectors and legions of admirers of the greatest 20th century female myth.

The two boxes of The Diamond Collection bring, respectively, the following titles: "Niagara"(1953), by Henry Hathaway; "Some Like It Hot" (1959), by Billy Wilder; "River of No Return" (1954), by Otto Preminger; "Don't Bother To Knock" (1952), by Roy Baker; "Gentlemen Prefer Blondes" (1953), by Howard Hawks; "Bus Stop" (1956), by Joshua Logan; "Monkey Business" (1952), by Howard Hawks; "How to Marry a Millionaire" (1953), by Jean Negulesco; "There's no Business Like Show Business" (1954), by Walter Lang; "The Misfits" (1961), by John Huston; "Let's Make Love" (1960), by George Cukor; and "The Seven Year Itch" (1955), Billy Wilder. The collection also brings the documentary ""Marilyn Monroe: The Final Days" as a bonus.

Forty years after her premature death (file erasure, suicide?), at the age of 36, on August 5, 1962, the fake blonde Norma Jean Baker is still a marketing phenomenon with an annual income of millions of dollars. Her admirers are all over the world and collectors of objects and themes connected to the biggest female myth ever created by the movies spread through the internet. Marilyn Monroe's official website (www.marilynmonroe.com), totally pink, stimulates the Marilyn myth also as the greatest muse of the gay universe. Among the best-sold Marilyn Monroe's posters is the famous scene in "The Seven Year Itch", where her white skirt is lifted by a duct in the sidewalk. In this Persian market around the great myth, the curiosity is the offer of a 7-minute porn short (www.monroemovie.com), shot in 1948 by a chubby 22 year-old Marilyn, years before she got her first small roles in official cinema. Seduction is never ending.

Leon Cakoff, for 'Jornal da Mostra

 





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